quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

A UTILIZAÇÃO DO PÓ DE PEMBA NA UMBANDA



A utilização do Pó de Pemba na Umbanda
Texto de Pai Antonio das Almas, canalizado por Géro Maita

Pergunta: Pai Antonio o senhor poderia nos explicar qual o fundamento do pó de pemba dentro da ritualística Umbandista?
Pai Antonio: Meu filho que Oxum nos cubra com todo o amor de Olorum.
Ao falarmos do pó de pemba, bem como de toda a ritualística na Umbanda, temos que lembrar que a Umbanda ativa e trabalha com a contraparte de cada elemento, não sendo nada perdido dentro de seu ritual, sendo este pautado dentro do bom senso.
Quando da abertura dos trabalhos em um terreiro, temos alguns apontamentos energéticos que podemos tecer aqui nesta singela mensagem.
         I.            Os cânticos que funcionam como barreiras vibratórias auxiliadas pelo toque do atabaque com os Ogãns.
       II.            A defumação que ativa os elementos ígneos, vegetais e eólicos na queima de larvas astrais no terreiro e nos consulentes, além-claro dos médiuns.
      III.            Temos ainda a saudação à esquerda que fecha a entrada vibratória do terreiro isolando o plano exterior ou profano do sagrado que é o solo de uma casa de lei, etc.
   IV.            E aqui temos a utilização do pó de pemba que na abertura de um trabalho ativa uma cobertura ou um campo mineral sobre o Ori (cabeça) de todos os médiuns e consulentes. Em se tratando de um trabalho energético, lembramos que um canal mediúnico muito afetado tem sua entrada pelo chacra coronário, onde uma energia contrária ao trabalho que será realizada afeta todo o andamento energético do médium impossibilitando muitas vezes sua sintonia com os mentores espirituais da Umbanda.
     V.            A pemba pilada e consagrada em lua correta e na força de Oxalá, pois sua consagração atrela-se ao mistério das 7 luzes divinas do Pai da Criação, possibilita que seu uso ritualístico possa ser empregado, não somente em sessões de abertura das engiras, mas também em ritos consagratorios como: Batizados, cerimônias fúnebres, cruzamentos, descarregos, abertura de campos na natureza para oferendas, sendo às mesmas ecológicas e demais funções de trabalho das correntes da casa.
   VI.            Ao se utilizar da pemba, vale lembrar ainda que o sacerdote ou médium de Umbanda, deve estar com a mente equilibrada, mãos lavadas com ervas e suas guias ou colares para fortalecer sua proteção.
  VII.            É recomendado esta prática dentro do terreiro e fora quando em atividades externas.
Sempre lembramos que Umbanda tem fundamentos e estes precisam ser muito bem estudados pelos médiuns.
Casa, filho que não se preocupa com a moral e a ritualística correta em cada médium, deve se ter cautela para desenvolver-se neste local e ainda mais frequentar o mesmo.
Na África a pemba era e ainda é um elemento de ritualística extremamente importante nos trabalhos e sua composição ainda pode conter:
·         Essências aromáticas ligadas aos Orixás;
·         Ervas dentro de sua vibração, ou seja, irradiadoras, equilibradoras ou decantadoras;
·         Pedras para comporem o campo energético atuante.
Bem meus filhos esta é a visão do Pai sobre este elemento e vale lembrar que a palavra do Pai aqui não encerra o assunto que é vasto e gera muita oportunidade de estudos.

Pai Antônio das Almas.
Canalizado por Géro Maita
#CeuEsperança


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O Pastor da Umbanda



O PASTOR DA UMBANDA
“Bem-aventurados os que têm fé, porque esses verão a Deus Nosso Senhor”. A fé é uma das virtudes fundamentais de todas as religiões. Sublime por excelência, sem ela nada se poderá realizar no terreno espiritual e é por seu intermédio, dependendo da sua maior ou menor intensidade, que as almas se habilitam a levar avante a missão de que se incumbiram. A fé remove montanhas, cura as enfermidades do corpo e da alma, transforma os criminosos em cordeiros, faz o milagre – maravilhoso entre todos – do ladrão subir aos Céus com Jesus Cristo.
Foi a fé que levou uma grande alma a realizar em nossa terra uma formidável obra de reforma religiosa, com a implantação, em nosso meio, da Lei de Umbanda. E esta realização é tanto maior quando todos nós sabemos que, no Brasil essencialmente católico, de há 40 anos passados, era quase um crime pensar-se em fazer modificações de ordem espiritual, que pudessem afetar, de leve sequer, o prestígio dos padres de Roma. A realização da tarefa, por isso mesmo espinhosíssima, que sobre os seus ombros tomou o Caboclo das Sete Encruzilhadas, de organizar a Lei de Umbanda no Brasil, é um verdadeiro milagre de fé, que nos leva a um sentimento de grande amor e de profundo respeito por essa entidade, que se faz pequenina e que procura velar-se sob a capa de uma humildade perfeita.
É a ele – ao Pastor de Umbanda – que se deve a purificação dos trabalhos de magia nos Terreiros; é a ele que espiritualmente está entregue a direção de todas as Tendas de Umbanda no Brasil.
O Caboclo das Sete Encruzilhadas é o verdadeiro Guia da Umbanda, o pastor das ovelhas de Yemanjá, aquele com quem todos os outros Guias lá no alto combinam, quando querem colaborar nos seus Terreiros. Foi ele quem assumiu perante Oxalá o compromisso de expurgar a Umbanda do rito essencialmente africanista que se vinha praticando desde as primeiras levas de escravos trazidos pelos portugueses.
Foi ele quem provocando uma guerra com os Espíritos das trevas, diretamente interessados com a implantação dos trabalhos de magia negra, não vacilou um só momento em seguir o programa traçado e arrebanhando as suas ovelhas – verdadeiro Pastor de Umbanda – vai continuando a sua obra de propagação com as constantes inaugurações de Tendas que, filiadas ou não à Tenda de Nossa Senhora da Piedade, são realmente suas, estão, queiram ou não queiram os seus organizadores, debaixo de sua orientação espiritual.
Que os que nos lêem não se esqueçam desta verdade: o Caboclo das Sete Encruzilhadas é o legítimo senhor de Umbanda no Brasil; nenhuma entidade, por grande que seja, intervém nos trabalhos da magia branca sem uma prévia combinação com ele.
Sei que muitos não concordarão com o nosso pensamento, pelo que peço perdão e licença para elucidá-lo. O meu intuito não é diminuir qualquer das entidades que baixam nos Terreiros de Umbanda e muito menos ferir qualquer suscetibilidade; eu sei, e todos sabem, que podem descer nos Terreiros entidades maiores que o Caboclo das Sete Encruzilhadas, embora não se declarem como tal, mas essas entidades que vem prestar socorro a filhos que sofrem, vem e voltam sem a responsabilidade que cabe ao Caboclo das Sete Encruzilhadas, que recebeu a missão de purificar os trabalhos da magia. Como prova, aí estão as suas Tendas, formando um todo homogêneo, organização que não tem similar e que vem resistindo a todas as campanhas que tem sofrido.
As minhas declarações não têm outro sentido a não ser que o Caboclo das Sete Encruzilhadas foi realmente o comissionado para esse fim; ele não vai inovar, veio apenas purificar o que já se fazia no país há algumas centenas de anos; ele não destruiu os rituais praticados, antes deu-lhe força e método e o propagou com sua organização maravilhosa. Verdadeiro Mestre da Magia Branca, responsável pela pureza do seu ritual, ele não poderia abandoná-la, porque o considera sagrado; ao contrário, ele nos ensinou a amá-lo e a respeitá-lo, porque ninguém melhor do que ele sabe que não há religião sem ritual.
O que ele deseja, entretanto, é que este ritual de Umbanda, humilde, mas cheio de luz, seja nivelado ao ritual elevado das grandes religiões e isento de toda inferioridade e da prática de coisas inúteis e perniciosas. O que deseja, sobretudo, é que este ritual seja praticado apenas por Guias autorizados, porque não são todos Espíritos que baixam nos Terreiros que se acham à altura de praticá-lo.
Essas minhas declarações são tanto mais insuspeitas quanto todos sabem o grande amor que eu e todos os que fazem parte da Casa de São Jerônimo temos ao Caboclo da Lua, que é por nós considerado uma entidade de grandes poderes e elevada espiritualidade. Todavia, e para isso chamo a atenção de todos, por muito grande que seja, ele não hesitou em trabalhar sob a Chefia do Caboclo das Sete Encruzilhadas, e foi ele quem organizou e lhe ofereceu a Tenda de São Jerônimo, que espero será um dos esteios de sua obra formidável.
Há alguns anos, previmos que Umbanda seria a futura religião do Brasil, numa visão feliz que posteriormente foi plasmada num estudo humilde e modestamente ofertado pelos filhos de São Jerônimo aos filhos de Santo Agostinho, que a nós são unidos pelo coração e pelos mesmos ideais. Então, a Umbanda era perseguida não só pelos outros credos religiosos, mas ainda, pelas autoridades constituídas que a rebaixavam ao nível da magia negra. Hoje, começamos a ver raiar a alvorada de Umbanda, porque são as próprias autoridades que nos convocam para uma confissão pública de Umbanda como credo religioso, permitindo que, com essa designação, as Tendas de Umbanda funcionem.
É a nossa vitória, ou antes, a grande vitória do Caboclo das Sete Encruzilhadas.
O que nós todos lhe devemos é de valor inestimável; jamais poderemos pagar os benefícios espalhados a mancheias por ele e pelos Espíritos que acorreram ao seu chamado para ajudá-lo no cumprimento de sua missão. É uma felicidade para nós prestar ao Caboclo das Sete Encruzilhadas essa homenagem, rendendo-lhe um elevado preito de gratidão com o nosso reconhecimento público de que ele é o legitimo Pastor de Umbanda, o único diretamente responsável perante Oxalá por todas as Tendas já organizadas entre nós e por todas as que vierem a se organizar.
Este Espírito de eleição, cuja fé é um incentivo para os nossos Espíritos entibiados, cheios de irresoluções,fracos no cumprimento do dever, rebeldes quando não vemos que as coisas marcham sempre ao sabor dos nossos desejos; este Espírito de luz, cujo amor a Oxalá o levou a não ver os espinhos que o feriram ao longo da penosa jornada que teria de percorrer durante tão duros anos, bem merece ser enaltecido por todos os filhos de fé que se sentem felizes no ambiente humilde de Umbanda e que nem de leve suspeitam de seu verdadeiro valor, da sua singular grandiosidade.
Habituados a ouvir dizer: “O Caboclo das Sete Encruzilhadas baixa tal ou qual Terreiro”, os adeptos de Umbanda imaginam que ele é “mais um” entre os inúmeros que vem para a sua missão de caridade.
Já é tempo de corrigir-se o erro; ele não é “um entre muitos”, em Umbanda ele é o “primeiro entre todos”, porque foi comissionado para purificar os seus trabalhos; não há entidade que lhe não preste a sua homenagem, e todos, sem vaidade, sentem-se felizes em auxiliá-lo na sua obra de comissionado, pela qual ele vem lutando há mais de 40 anos. As injustiças, as ingratidões, os escárnios, a zombaria, que lhe tem sido feitas durante todo este tempo, jamais contribuíram para um desfalecimento, por minutos que fosse de sua parte, em levá-la avante.
Assim como a tremenda campanha feita contra Nosso Senhor Jesus Cristo, por aqueles que, sem luz, desejavam o aniquilamento de sua obra e o desaparecimento de sua doutrina, só contribuiu para que ela com mais rapidez e segurança se propagasse pelo mundo inteiro, assim também toda a campanha de desmoralização e todo o sistema de intrigas urdido até hoje contra a obra formidável do Caboclo das Sete Encruzilhadas só tem contribuído, e cada vez mais contribuirá, para o seu engrandecimento e para que por todos os séculos se mantenha de pé.
Foi a fé que o ajudou a realizar esta obra, que um dia será gigantesca e se espalhará também pelos confins do mundo; é pela fé que ele pretende nos levar aos pés do doce Oxalá, de quem é um humilde devoto.
Verdadeiro Pastor de Umbanda, ele vela constantemente pelas suas ovelhas, a fim de que não se contaminem com o hábito pestilencial da magia negra, e sereno, como só os grandes podem ser, ele sorri, confiante na vitória de sua obra, porque sabe que a fé é o seu alicerce, a sustentará pelos séculos afora”.
(Por José Álvares Pessoa (Capitão Pessoa), dirigente da Tenda Espírita São Jerônimo – uma das 7 Tendas fundadas pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas – em reportagem no Jornal – “Semanário”, número 91 – ano III – página 15 – 1958)
#CeuEsperança

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

EVENTO DA SEMANA: 2º SEMINÁRIO RAMATIS - A VIDA ALÉM DA SEPULTURA


BAIANOS NA UMBANDA| Novo vídeo com GÉRO MAITA

Umbanda segundo Zélio de Moraes





“Não havia Umbanda antes de 1908. Havia a chamada macumba, que era feita pelo Candomblé, por causa das oferendas aos santos. A Umbanda não é macumba, não é Candomblé. Na Umbanda não se usa isso. Nós não batemos tambor (atabaque). Quem bate é macumba. Nossa Umbanda não tem tambor e nem palmas, nem roupa de seda. Aqui, em meu Terreiro, se usa roupa simples de algodão e sapato de corda ou descalço. Não tem seda e nem luxo. Tenho ouvido que muitos umbandistas aqui na Guanabara estão “fazendo santo”. Médium fazer santo? Eu não creio nisso. Trazemos isso do berço; Ninguém bota santo na cabeça dos outros. Em nossas sessões, temos a preocupação de curar os loucos (descarregos/desobsessões). Já foram curados muitos, que estavam em sanatórios e que eram de outras religiões. Eu trabalho com o Orixá Mallet, de Ogum, que foi trazido pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas para curar os loucos e obsedados”.

Zélio Fernandino de Moraes
#CeuEsperança

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

MEDIUNIDADE FRACASSADA



A mediunidade fracassada é aquela que não respeitou as leis da educação dos sentimentos, onde o médium não impôs a si mesmo a disciplina conveniente ao equilíbrio das suas faculdades. Perdemos sempre muitas oportunidades, e é nessa perda constante que sentimos anseios de melhorar. É nosso dever procurarmos todas as diretrizes que nos levam ao aprimoramento dos nossos dons. No entanto, é bom que fujamos dos extremos, pois eles nos fazem sofrerás conseqüências do desequilíbrio. Ávida não nos pede sacrifícios nem esforços que não sejam compatíveis com as nossas forças. Compete a todos os médiuns lutarem sempre para melhorar, porque o fracasso de uma vida requer outra com maiores fardos e jugos. A mediunidade é uma porta de misericórdia que os céus nos abrem, é uma lavoura que o Senhor nos oferta para que possamos trabalhar, é um terreno esperando a sementeira que deve passar pelas nossas mãos.Os Espíritos diretores dos trabalhos na Terra, sob a égide de Jesus, empenham-se na reencarnação de centenas de médiuns, de todos os valores, de modo que eles possam ressarcir seus compromissos com a vida, usando suas faculdades em favor da harmonia espiritual de seus corações. Podemos andar muitas milhas com firmeza por muito tempo. No entanto, um pequeno desnível do terreno pode nos fazer cair e, por vezes, há demora em levantarmos.O “orai e vigiai” do Evangelho deve ser observado em todos os momentos, para que possamos adquirir segurança nos nossos passos. Um palito de fósforo pode incendiar uma cidade toda. Uma pequena nuvem pode fazer sombra em grande região, impedindo o sol de clarear. Pequenos pensamentos inferiores que surgem em nossa mente podem avolumar-se, crescer, transformar-se em realidade e prejudicar a nossa vida. Porém, quando ocorre o contrário, aproveitamos o tempo. E tudo de pequeno que tem o cunho da verdade também cresce e se agiganta, proporcionando-nos um bem-estar indizível.De uma minúscula semente, pode nascer uma ciclópica árvore, que produz toneladas de frutos. Assim é a nossa vida espiritual: uma lavoura onde o Espírito é o semeador. Quando ele não se esquece de obedecer às leis naturais do progresso e do bem, nunca lhe faltam as bênçãos da recompensa, que vêm pelas trilhas da afinidade. O médium fracassado é aquele que desanimou na vida ou aquele que usou as faculdades que Deus lhe deu vendendo as suas possibilidades espirituais, interessando-se mais pelo ouro do que pela própria vida. Caminha, por isso, para o tribunal da consciência, onde será condenado pelas suas ações impensadas. Converte o seu tesouro em lama, na qual irá viver, pela lei da compensação. Devemos nos despojar da usura, da maledicência, do orgulho, do egoísmo, da vaidade e da prepotência, para não sermos escravos da inferioridade, prisão que pode nos levar ao desinteresse pela vida. A atividade mediúnica é capaz de nos salvar, quando a usamos na fertilidade do amor. Devemos conservar o interesse de usar a nossa mediunidade, dentro da filosofia que Jesus nos ensinou, dando com uma mão sem que a outra saiba. O médium esmorecido está à beira do fracasso. E o médium fracassado fica estagnado por tempo indeterminado, até que a sua consciência reaja ou até que a dor o convide a corrigir-se o que, às vezes, ocorre através de processos drásticos engendrados pela natureza, quando não nos educamos nos moldes da disciplina. Os médiuns de hoje não podem se desculpar, alegando que não foram avisados. As escolas são inúmeras por todos os lados e talvez estejam dentro do próprio lar. A literatura é imensa, em convite permanente. Os companheiros espalhados por toda parte convidam, a quem espera, para o trabalho da caridade e para o exercício do amor. Se estás no caminho do fracasso, meu irmão, abre os olhos e muda de idéia, mudando de caminho. Procura o Cristo, que com Ele acertarás. Depende de ti a decisão. O preço do fracasso é a dor e inumeráveis infortúnios, que irão mostrar não ser compensadora a reincidência no erro.
Não queiras vencer por fora, porque o nosso trabalho é por dentro. A tua desilusão, se este é o teu caso, é porque estás sendo guiado por cegos. Quando a verdade se manifesta interiormente em nosso coração, encontraremos a verdade no exterior. Atende ao convite da doutrina dos Espíritos, disseminada em todo o mundo, para mudar as tuas idéias, se elas ainda forem inadequadas ao bem comum. Atende ao chamado dos benfeitores da humanidade, conhecendo as suas vidas. Apura os ouvidos para a fala de Jesus, que nos pede para segui-Lo. Seguir Jesus é reformar os sentimentos na qualidade de amar, como Ele amou. Verás e veremos, que todos os nossos fracassos anteriores se transformarão em glória, norteando-nos para a libertação e ensinando-nos os processos de amar com mais facilidade e, certamente, com muita alegria. O médium fracassado, quando conhecer Jesus, passará a ser médium iluminado.

SEGURANÇA MEDIÚNICA
MIRAMEZ
Médium: JOÃO NUNES MAIA